Analise as afirmativas propostas sobre a avaliação de lesão de pares cranianos em um paciente neurológico.
I. Para avaliar o nervo trigêmio utiliza‐se um alfinete ou um pedaço de algodão para testar seus ramos – V1 (oftálmico), V2 (mandibular) e V3 (maxilar).
II. Lesões do V3 (mandibular) promovem perda do reflexo corneopalpebral.
III. Funções motoras do nervo trigêmio são atribuídas aos músculos masseter e temporal e, para avaliá‐los, deve‐se pedir ao paciente que “trinque os dentes” e, assim, palpar o tônus destes músculos.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
- A.I, II e III.
- B.III, apenas.
- C.I e III apenas.
- D.II e III apenas.
Resposta:
I ) Errado - Para avaliação das três divisões sensoriais (oftálmica, maxilar e mandibular) do 5º nervo (trigêmeo), o examinador usa um clipe para testar a sensibilidade facial e passa uma mecha de algodão
II) Errado - é V1
III) Certo - A função motora do trigêmeo é testada palpando-se o músculo masseter, enquanto o paciente cerra firmemente os dentes, e pede-se para que abra a boca contra resistência. Quando o músculo pterigoideo está fraco, a mandíbula desvia-se para o lado desse músculo.
Na propedêutica ortopédica para o exame físico do quadril e pelve, assinale a alternativa correta.
- A.O limite normal para a flexão do quadril é de 90°.
- B.Usar o teste de Thomas para avaliar a contratura em extensão do quadril.
- C.A gravidade da contratura em extensão pode ser determinada avaliando o ângulo entre a mesa e a perna do paciente.
- D.A contratura fixa em flexão se caracteriza pela incapacidade em estender a perna retificada sem curvar a coluna torácica.
Resposta:
A) O limite normal para flexão do quadril á 125 graus - Errado
B) O teste de thomas teste de Thomas ou teste de Iliacus ou iliopsoas é usado para medir a flexibilidade do grupo muscular iliopsoas, o M. Reto Femural, bem como o M. Tensor Fáscia Lata e e M. sartório. - Errado , pois avalia flexão e nao extensaoi
D) Certo
De acordo com a fisiologia respiratória, volumes e capacidades pulmonares devem ser avaliados por meio de um exame conhecido como espirometria, cujo resultado pode definir se um indivíduo apresenta uma doença obstrutiva crônica, por exemplo, e, se a possuir, em que estágio se encontra. Diante do exposto, assinale a alternativa correta.
- A.Capacidade vital (CV): representa o maior volume de ar mobilizado e deve ser medida apenas na inspiração.
- B.Capacidade residual funcional (CRF): é o volume de ar que permanece nos pulmões ao final de uma expiração máxima.
- C.Volume residual (VR): representa o volume de ar que permanece no pulmão após uma expiração ao nível do volume corrente.
- D.Volume expiratório forçado no tempo (VEFt): representa o volume de ar exalado num tempo especificado durante a manobra de CVF; como, por exemplo, o VEF1 se refere ao volume de ar exalado no primeiro segundo da manobra de CVF.
D) Certo
A prática da hidroterapia é baseada em pressupostos teóricos e fisiológicos que sustentam seus benefícios e vantagens aos pacientes, entre eles:
I. A variação do gradiente de pressão hidrostática, conforme a diminuição da profundidade, proporciona o deslocamento do sangue em uma via de mão única, que “deságua” nos maiores vasos da cavidade abdominal e coração.
II. A aplicação do conceito de torque (momento de força) no ambiente aquático pode ser demonstrada pela interação entre a força de empuxo e o centro de flutuação do corpo.
III. O centro de gravidade pode ser entendido como um ponto que representa todos os centros de massa dos segmentos do corpo que, na posição anatômica, se encontra, aproximadamente, no meio da região torácica; o centro de flutuação se encontra na altura da segunda vértebra sacral.
IV. A imersão na altura do tórax afeta significativamente o ritmo respiratório e ocasiona aumento do trabalho respiratório devido à compressão da caixa torácica.
Estão corretas apenas as afirmativas
- A.I e II.
- B.II e III.
- C.I e III.
- D.I e IV.
i) . Quanto maior
a profundidade em que o corpo se encontra, maior será a pressão exercida
sobre ele. pressão hidrostática possui efeitos terapêuticos, promovendo aumento do débito cardíaco, da pressão pleural e da diurese;
Sistema cardiorrespiratório: haverá
mudanças como:
1. Melhora da capacidade aeróbica;
2. Melhora nas trocas gasosas;
3. Reeducação respiratória;
4. Aumento no consumo de energia;
5. Auxílio no retorno venoso;
6. Melhoria da irrigação sangüínea, resultando na estabilidade da pressão
arterial e no retardo do aparecimento de varizes(5,6).
II) Erado
Embora o centro de gravidade humano seja localizado em um ponto ligeiramente posterior ao plano mediossagital e ao nível do umbigo, o centro de flutuação humana e no meio do tórax. A aplicação do conceito torque no ambiente aquático pode ser demonstrada pela interação em a força de empuxo e o posicionamento do corpo na água.
Quando o peso do corpo flutuante iguala-se
ao peso do líquido deslocado, e os centros de
flutuação e gravidade estão na mesma linha vertical,
o corpo é mantido em equilíbrio estável .
Se os centros não estiverem na mesma linha
vertical, as duas forças atuando sobre o corpo
farão com que ele gire até atingir uma posição
de equilíbrio estável. Quando existe o centro de
flutuação, observa-se o momento de força M, que é
a força que age em um ponto (resultante das forças
atuantes nesse ponto), gerando o efeito rotatório
(foças rotacionais chamadas de torque)
III) Errado
O primeiro (CG) é o ponto em
torno do qual a massa corporal é distribuída igualmente em todas as direções e, no
homem em posição anatômica, é localizado
posteriormente ao plano sagital mediano, ao
nível da segunda vértebra lombar (L2).
O centro de flutuação (CF) é o ponto ao redor do qual a flutuação está distribuída de maneira uniforme, e geralmente, localiza-se no meio do tórax.
IV ) Certo
A pressão hidrostática, como é chamada, é proporcional à sua profundidade (e
densidade), portanto, quanto mais profunda
maior a pressão.
Essa propriedade física auxilia principalmente na redução de edemas em segmentos submersos, pois facilita o retorno
venoso, considerando-se dois fatores: que a
compressão ao nível de tornozelos é maior
em relação às coxas e depois ao tronco, e que
a pressão exercida a aproximadamente 122
cm de profundidade gira em torno de 88,9
mmHg, sendo levemente maior do que a
pressão diastólica.
Também auxilia no desenvolvimento da coordenação motora e melhora o suporte e a sustentação do corpo em situações
que requerem maior equilíbrio.
Outro benefício da pressão hidrostática é a compressão ao nível da caixa torácica, o que promove uma maior resistência
à musculatura inspiratória e favorece a expiratória. Porém, deve-se ter muito cuidado
Resposta:
Letra D
Em função dos bons resultados obtidos, a fisioterapia, em ginecologia, tem ganhado mais respeito a cada dia. Dentre suas atribuições, tratar mulheres com dispareunia, pode melhorar significativamente a qualidade de vida dessas pacientes. Diante do exposto, a que situação se refere o termo dispareunia?
- A.Incontinência urinária após ato sexual.
- B.Dor antes, durante, ou após a relação sexual.
- C.Incontinência urinária em mulheres com menopausa.
- D.Ausência de prazer durante o ato sexual por falta de lubrificação
Resposta
C
O sistema cardiovascular é responsável pelo transporte de metabólitos para os tecidos e a partir deles sob várias condições de demandas. Ele deve atuar de forma altamente coordenada. A coordenação é conseguida pela integração das funções cardíacas e do sistema vascular. Com relação às características do sistema cardiovascular, analise as afirmativas a seguir.
I. Um nível basal de tônus muscular vascular é normalmente mantido constante em todo o sistema vascular. O tônus muscular basal deve estar presente para permitir a regulação eficaz.
II. A regulação local do fluxo sanguíneo tecidual envolve tanto o mecanismo de controle miogênico quanto o de controle metabólico. O controle miogênico envolve a relação entre o tônus da musculatura lisa vascular e a pressão de perfusão. Pressões de perfusão aumentadas elevam o tônus muscular vascular, enquanto que pressões reduzidas o diminuem.
III. O controle metabólico envolve a relação entre o tônus da musculatura lisa vascular e o nível local de metabólitos celulares.
IV. A quantidade total de sangue bombeado pelo coração por minuto é denominada débito cardíaco. O débito cardíaco é simplesmente o produto da frequência cardíaca e o volume ejetado pelo ventrículo esquerdo em cada contração ou volume sistólico.
Estão corretas as afirmativas
- A.I, II, III e IV.
- B.I, II e III, apenas.
- C.I, III e IV, apenas.
- D.II, III e IV, apenas.
Resposta:
Letra A
As lesões de partes moles podem ser causadas por acidentes desportivos ou de trânsito ou, ainda, serem consequência de processos inflamatórios crônicos ou degenerativos, que, após um traumatismo mínimo, dão origem a lesões importantes. A profilaxia das lesões de partes moles é imprescindível para todas as pessoas que pretendam alcançar um estado de saúde ótimo através do exercício físico. Assim, estas medidas deverão prevenir, em primeiro lugar, os acidentes desportivos. Entretanto, se já houve ocorrido, será de grande importância o cumprimento de algumas medidas por parte do fisioterapeuta. Com relação a estas medidas, assinale a afirmativa INCORRETA.
- A.Aos desportistas não serão indicadas a mobilização e massagem para aumentar a irrigação da região onde o esforço será solicitado.
- B.Também estarão indicados exercícios de amplitude articular, de alongamento suave e progressivo e de coordenação, antes dos treinamentos.
- C.Serão evitados exercícios para os quais não haja suficiente preparo físico por falta de treinamento, idade avançada ou pré‐aquecimento insuficiente.
- D.Será utilizado sempre um calçado adequado e, se existir alguma lesão prévia, serão realizados exercícios com bandagens ou férulas, indicados para prevenir lesões mais graves
Resposta:
A - ERRADO - motivo abaixo
O aquecimento pode ser do tipo ativo ou passivo, geral ou específico. Aquecimento ativo consiste em movimentos de baixa intensidade e que são eficazes na elevação da temperatura corporal, promovendo aquecimento dos tecidos e produzindo uma variedade de melhorias nas funções fisiológicas. Já o aquecimento passivo inclui fontes de calor externas como duchas quentes, fricção, massagem ou até mesmo diatermia, favorecendo maior irrigação da musculatura a ser recrutada, suprindo-a com mais oxigênio e possibilitando alcançar uma temperatura ideal
Atividades de aquecimento são necessárias para preparar o corpo para a atividade física vigorosa porque aumentam o desempenho e diminuem o risco de lesão muscular.
Dentre os benefícios do aquecimento estão relacionados aumento da temperatura muscular e do metabolismo energético, aumento da elasticidade do tecido (os músculos, os tendões e os ligamentos tornam-se mais elásticos, o que proporciona diminuição do risco de lesão), aumenta a produção do líquido sinovial (aumentando a lubrificação das articulações), aumento do débito cardíaco e do fluxo sanguíneo periférico, melhora da função do sistema nervoso central e do recrutamento das unidades motoras neuromusculares. Estas modificações provocam melhoria na fluidez e na eficácia do gesto esportivo prevenindo os problemas articulares(1,9-16). Além disso, reduz a atividade da fibra gama e, consequentemente, a sensibilidade do fuso muscular e aumenta a sensibilidade dos OTGs contribuindo para o relaxamento muscular(13)
O sistema respiratório funciona sobretudo para trocar oxigênio e dióxido de carbono entre a atmosfera e as células do corpo. O sistema respiratório deve mover o gás para dentro e para fora dos pulmões com o mínimo de trabalho. Com relação à anatomia do sistema respiratório do adulto, analise as afirmativas a seguir.
I. O tórax é formado pela caixa torácica, pelas vértebras, pelas vértebras torácicas e pelo esterno. Ele contém o esôfago, a traqueia, os pulmões, o coração e os grandes vasos. O tórax possui uma forma cilíndrica e é limitado pelo diafragma em sua base.
II. O mediastino divide o tórax verticalmente, separando as cavidades pleurais esquerda e direita. O mediastino é limitado de cada lado das cavidades pleurais pela pleura parietal e anteriormente pelo esterno, posteriormente pelas vértebras torácicas, inferiormente pelo diafragma e superiormente pela entrada torácica.
III. Os pulmões são dois órgãos em forma de cone. Eles estão localizados nas cavidades pleurais, separados pelo mediastino. Os pulmões do adulto médio pesam cerca de 800 g, mas seu volume é de 90% de gás e somente 10% de tecido.
IV. A caixa torácica inclui as vértebras torácicas, o esterno e as costelas e cartilagens costais. Essas estruturas fornecem suporte e proteção para as vísceras torácicas. Elas também servem como pontos de origem e inserção para os músculos respiratórios.
Está(ão) INCORRETA(s) apenas a(s) afirmativa(s)
- A.I.
- B.I e III.
- C.II e IV.
- D.III e IV.
I- A face dorsal é formado pelas doze vértebras torácicas, e a parte dorsal das doze costelas. A face ventral é constituída pelo esterno e cartilagens costais. As faces laterais são compostas pelas costelas e separadas umas das outras pelos onze espaços intercostais, ocupados pelos músculos e membranas intercostais
A caixa torácica (ou gradil costal) é o complexo formado pela junção das costelas, osso esterno e cartilagens costais
SEU FORMATO É CÔNICO - ERRADO
II Certo
O mediastino está situado entre a pleura pulmonar esquerda e direita, na linha média do plano sagital no tórax. Estende-se anteriormente do esterno à coluna vertebral, posteriormente. Contém todas as estruturas do tórax, exceto os pulmões e também é conhecido com espaço interpleural
III e IV - certo
RESPOSTA LETRA A
Ao analisar um exame de prova de função pulmonar do tipo Espirometria, qual dos parâmetros com valores menores do que 60% do previsto indica a presença de um distúrbio obstrutivo?
- A.CV.
- B.CVF.
- C.VEF1.
- D.Índice de Tiffenau.
RESPOSTA
Letra C
CVF- VALOR NORMAL 80 % DO PREDITO
FEF 1 - valor de corte normal é de 70 %, abaixo indica obstrução de gravidade
FEV1\CVF - valor normal entre essa relação é 70 % ( índice de tifennau)
A capacidade pulmonar total (CPT) é a quantidade de ar
nos pulmões após uma inspiração máxima. A quantidade
de ar que permanece nos pulmões após a exalação máxima é o volume residual (VR). A CPT e o VR não podem ser
medidos por espirometria. O volume eliminado em manobra expiratória forçada desde a CPT até o VR é a capacidade vital forçada (CVF). A capacidade vital pode também ser medida lentamente (CV), durante expiração
partindo da CPT ou durante a inspiração, a partir do VR.
O volume expiratório forçado no primeiro segundo
(VEF1) é a quantidade de ar eliminada no primeiro segundo da manobra expiratória forçada. É a medida de função
pulmonar mais útil clinicamente.
As variáveis que melhor exprimem
a presença de uma obstrução são: VEF1
, índice de Tiffeneau
ou razão VEF\ CVF, Peak-Flow e FEF 25%-75%, diminuídos
Valores Indiretos
a) Índice de Tiffeneau (VEF/CVF): significa o resultado
da fração que representa o VEF1 em relação à CVF.
Esse valor deverá estar em torno de 68% a 85% da
CVF. A literatura clássica sobre esse item tem adotado o porcentual de 80% como referencial para
normalidade, sendo que abaixo disso considera-se
deficiência obstruti v a.
Todavia, deve-se considerar as diferenças entre adultos e crianças. Há indicativos de que 50%
a 60% da CVF é explicada pela idade e pela estatura, portanto, uma faixa de normalidade é melhor
empregada que um único valor porcentual.
b) Fluxo Expiratório Forçado 25% (FEF 25%): significa o fluxo expiratório forçado a l /4 da CVF,
é muito próximo do VEF1
• Representa o primeiro l/4 de ar que sai dos pulmões. Alguns autores atribuem esse fluxo ao ar contido nas vias aéreas
superiores e em parte da traquéia.
c) Fluxo Expiratório Forçado 50% (FEF 50%): significa o fluxo expiratório forçado no ponto médio
da CVF. Representa a velocidade com que o ar da
parte central das vias aéreas inferiores deixa o sistema respiratório durante a expiração forçada.
d) Fluxo Expiratório Forçado 75% (FEF 75%): significa o fluxo expiratório forçado a 3/4 da CVF.
representa a velocidade com que sai o último
1/4 de ar dos pulmões em uma expiração forçada.
e) Fluxo Expiratório Forçado Médio (FEF 25%-75%):
também conhecido como fluxo máximo meso-expiratório (FMME), é o fluxo médio de ar que ocorre no intervalo entre 25% e 75% da CVF. Esta tem
sido considerada uma das mais importantes medidas
de fluxos na avaliação da permeabilidade das vias
aéreas, por representar a velocidade com que o ar
sai exclusivamente dos brônquios. Isto é, estimase que nesse momento da expiração o ar que estava
contido nas vias aéreas superiores e na laringe já
tenha saído, e o ar que se encontra nos bronquíolos
terminais, nos bronquíolos respiratórios e nos alvéolos, ainda não está sendo objeto da medida.
f) Fluxo Expiratório Forçado 75%-85% (FEF 75%-
85%): ou fluxo tele-expiratório, é o fluxo máximo expirado na porção final da curva de CVF. Esse
valor representa a velocidade com que o ar que se
encontra na parte mais distai ou além da árvore
brônquica sai, o ar que estava nos alvéolos e nos
bronquíolos respiratórios. Essa medida tem sido
motivo de controvérsia na literatura que trata do assunto,
pois, na opinião de alguns autores, até que este ar atinja
a boca pode haver muita interferência e, portanto, o
resultado desse teste pode facilmente ser mascarado,
o que diminui a confiabilidade da medida.
prática clínica competente, na área de pneumo‐pediatria e neonatologia, requer conhecimento das muitas diferenças fisiopatológicas que existem entre os lactentes, as crianças e os adultos. A compreensão da fisiopatologia singular envolvida nos distúrbios respiratórios neonatais e pediátricos pode auxiliar o fisioterapeuta respiratório a fornecer um tratamento de qualidade a essa população de pacientes. Com relação aos pontos fundamentais para os procedimentos nesta área, analise as afirmativas.
I. A terapia neonatal e pediátrica é uma das áreas especializadas mais precárias no campo da terapia respiratória. A prática competente nesta área requer conhecimento seguro das muitas diferenças anatômicas e fisiológicas entre o lactente, a criança e o adulto.
II. Uma compreensão total de como ocorre à transição da vida intrauterina para a extrauterina é útil para o fisioterapeuta respiratório. Durante a transição, os pulmões não aerados e cheios de líquido se convertem em órgãos eficazes de intercâmbio gasoso. O fluxo sanguíneo através dos pulmões é mínimo antes do nascimento. O fechamento do forame oval e do canal arterial é ajuste importante para a vida extrauterina.
III. Um componente fundamental do controle respiratório dos lactentes e das crianças é a avaliação clínica completa. Em razão das diferenças anatômicas e fisiológicas significativas entre o adulto e a criança, muitas das técnicas de avaliação úteis para os pacientes mais velhos podem ser aplicadas para os lactentes. Idealmente, a avaliação geral do lactente começa após o nascimento e inclui a história materna, assim como a condição fetal e do neonato. À medida em que a criança cresce e desenvolve, menos métodos de avaliação utilizados para o adulto começam a ser aplicados.
IV. As doenças comuns associadas aos neonatais incluem a síndrome da aspiração do mecônio, a síndrome da angústia respiratória, a taquipneia transitória do neonato, a apneia da prematuridade, a displasia broncopulmonar e a hipertensão pulmonar persistente. A bronquiolite, a crupe, a epiglotite, a pneumonia, a fibrose cística e a asma são problemas comuns associados aos pacientes pediátricos.
Estão INCORRETAS as afirmativas
- A.I, II, III e IV.
- B.I e III, apenas.
- C.I, II e IV, apenas.
- D.II, III e IV, apenas.
Resposta
LETRA B
I) Errada - A Fisioterapia em Terapia Intensiva Neonatal e Pediátrica é mais uma das especialidades profissionais reconhecidas pelo COFFITO e foi regulamentada junto à Fisioterapia em Terapia Intensiva Adulto, pela Resolução número 402, de 03 de Agosto de 2011. Trata-se de uma combinação de conhecimentos, técnicas e equipamentos que têm por objetivo manter, melhorar e/ou recuperar a função de recém-nascidos, lactentes e crianças.
A classificação do paciente se dá pela faixa etária:
- O recém-nascido é aquele com idade entre zero a 28 dias;
- O lactente possui idade entre 28 dias a dois anos;
- A primeira infância se inicia após os dois anos
II - Certo
Ao nascimento, as solicitações respiratórias se modificam, pois há necessidades energéticas que o sistema cardiorrespiratório fetal não respondia. A dinâmica de
forças de propulsão pelos ventrículos se modifica, fazendo com que o ventrículo esquerdo seja solicitado em sua totalidade de força de ejeção, e o ventrículo direito tenha
uma solicitação pressórica menor, dado o início da respiração pulmonar do neonato.
Estas alterações pressóricas fazem com que as comunicações sangüíneas cavitárias e arteriais se obliterem, fechando o forame oval no septo interatrial e o ducto arterioso entre a artéria aorta e a artéria tronco pulmonar, e também exigem adequação de força de
ejeção nos ventrículos, iniciando a diferenciação nas paredes ventriculares, com espessamento a esquerda
III- Errado
IV- Certo
É um fato que a sociedade envelhece, e considerando que os indivíduos vivem mais tempo, precisarão de mais cuidados e medidas que lhes permitam manter uma boa qualidade de vida quando alcançarem idades avançadas. São patologias que com mais frequência se apresentam no paciente geriátrico e que serão suscetíveis de tratamento fisioterápico por sua repercussão funcional e ortopédica, EXCETO:
- A.Fratura do colo do fêmur e vertebrais.
- B.Fraturas de Colles e do colo do úmero.
- C.Tenovaginite estenosante e epicondilite lateral.
- D.Osteoporose, artrose e deteriorização pela inatividade
Resposta:
Letra C
As fraturas mais recorrentes na terceira idade, são as que têm relação com a osteoporose: fêmur (a mais perigosa), ombro, punho e vertebrais.
Vertebrais: Espondilólise e espondilolistese são
duas condições que envolvem mudanças
diretamente na vértebra. A espondilólise é definida como um defeito com
descontinuidade óssea do segmento
intervertebral, região da lâmina entre os
processos articulares superiores e inferiores. A progressão do defeito pode resultar
em espondilolistese, que é a subluxação
de duas vértebras adjacentes, evidente
no raio-x de projeção lateral e oblíqua
como uma linha de separação posterior
ao corpo da vértebra.
ocorrência da espondilolistese é
maior na coluna lombar, principalmente entre os níveis L5-S1, predispondo à
lombalgia, sobretudo em crianças e adolescentes
Fratura de colles
Uma fratura de Colles ocorre quando a parte distal do osso do rádio se rompe. O raio é um dos ossos do antebraço. A extremidade distal do osso é considerada parte do punho. As fraturas distais do rádio são classificadas por tipo:
- Fratura exposta: um osso fraturado que atravessa a pele
- Fratura cominutiva: um osso que quebra em mais de dois pedaços
- Fratura intra-articular: um osso fraturado dentro de uma articulação
- Fratura extra-articular: um osso fraturado que não envolve a articulação
Tenovaginite
Esta doença é decorrente de espessamento do ligamento anular do carpo, no primeiro compartimento dorsal
do punho. Sob a bainha sinovial trafegam os tendões
dos músculos abdutor longo do polegar e extensor curto
do polegar, que, com o tempo, apresentam um processo
inflamatório local, que atinge os tecidos sinoviais peritendinosos e os tecidos próprios dos tendões. Sendo assim,
a tenossinovite de De Quervain é uma das doenças mais
frequentes que acomete o punho. O diagnóstico é clínico, obtido por meio
do teste de Finkelstein, que é patognomônico da doença . A doença tem maior incidência entre as mulheres na faixa etária entre 30 e 50 ano
Tenossinovite estenosante
A tenossinovite estenosante dos flexores é uma das causas mais
comuns de dor, edema e perda da função nas mãos, acometendo
com mais frequência o primeiro e o quarto quirodáctilo da mão
dominante. Acomete mais adultos do sexo feminino, e a etiologia,
comumente, é desconhecida. Tal condição, também conhecida
como “dedo em gatilho”, ocorre devido à desproporção entre o tendão flexor e a polia, quando há formação de um nódulo do mesmo
no nível da articulação metacarpofalangiana, resultando em dor
ao encarcerá-lo durante a flexão e extensão do dedo. Os sintomas
podem variar desde leve desconforto, até, em estágio mais avançado, deformidade fixa, necessitando de manipulação para alcançar
movimentação completa. Existem diversas causas secundárias que
podem ocasionar o dedo em gatilho, tal como artrite reumatoide,
diabetes mellitus, gota e pacientes hemodialisados, dividindo o
tratamento de tal enfermidade com outros profissionais como
reumatologistas e endocrinologistas. Outras doenças associadas
são: síndrome do túnel do carpo e a tenovaginite estenosante do
primeiro compartimento extensor (Doença de De Quervain).
O dedo em gatilho é classificado, segundo Green, em quatro graus:
• Grau I: pré-gatilho – dor e edema sobre a polia A1,
porém sem bloqueio.
• Grau II (ativo) – bloqueio presente, e paciente consegue
estender o dedo ativamente.
• Grau III (passivo) - bloqueio presente, e paciente não
consegue estender o dedo ativamente, necessitando
auxílio da outra mão (grau III A) ou incapacidade de
flexionar ativamente (grau III B).
• Grau IV (contratura) – contratura fixa do dedo, com
IFP em flexão.
Epicondilite lateral
Atualmente, está claro que a epicondilite lateral é uma afecção degenerativa que compromete os tendões extensores originários do epicôndilo lateral, com extensão pouco frequente à articulação
Sedndo assim, a tendinose do cotovelo é mais comum em não atletas, principalmente na quarta e quinta décadas de vida, com acometimento semelhante em ambos os sexos e com mais frequência no braço dominante.
- Flexionar cotovelo
- Cerrar punho e extende-lo
- Estabilizando o antebraço e com a outra mão fazer força para fletir o punho
Avalio: Epicondilite lateral
Positivo: relatar mais dor do lado lateral , ou seja, no epicondilo lateral
“______________ é um tipo de hipertonia sendo preponderante o padrão flexor em membros superiores e extensor em membros inferiores. Sabe‐se que a ______________ é velocidade‐dependente, ou seja, diretamente proporcional à velocidade do movimento passivo. É considerada elástica por ter uma grande resistência ao início do movimento passivo.” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.
- A.Clônus / hiperreflexia
- B.Espasticidade / clônus
- C.Clônus / espasticidade
- D.Espasticidade / espasticidade
Resposta:
Letra B
Hipertonia
elástica:
Espasticidade;
Aumento do tônus é velocidade e comprimento dependente (sinal do canivete) em
resposta a um alongamento passivo;
Em MMSS –
acomete mais músculos flexores – fazendo uma flexão exacerbada
Em MMII –
acomete mais músculos extensores – fazendo uma extensão exacerbada
Reflexos
tendinosos aumentados
Quem está
lesionado :
Moto neurônios superiores
“Paciente, 64 anos, sofreu um acidente vascular isquêmico devido a um pico de pressão arterial. Apresenta‐se hemiplégico e, ao avaliar o ombro, há subluxação.” Sobre o tema, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) No paciente com AVE, o músculo peitoral maior está espástico e levará a uma postura de adução e rotação externa do ombro. O padrão de rotação e inferiorização da escápula e, ainda, tração vertical com disposição céfalo‐caudal do úmero tem influência direta na fisiologia normal do ombro.
( ) Em decorrência da fisiologia dos ligamentos (coaptação e estabilização evidenciada sobre a articulação) e da cápsula articular inferiores na posição neutra, o mecanismo de trava fisiológico associado à frouxidão ligamentar e capsular torna‐se um dos fatores predisponentes para a subluxação inferior do ombro.
( ) Outro causador da subluxação inferior do ombro é a tração feita pelo peso do membro superior inteiro em conjunto com a flacidez muscular.
( ) O padrão de superiorização da escápula e a hiperextensão do úmero com rotação externa permitem a luxação posterior do ombro. A escápula rodada anteriormente internamente é elevada, com a cavidade glenoide voltada para baixo.
A sequência correta está em
- A.V, V, F, V.
- B.F, V, V, F.
- C.V, F, F, V.
- D.V, V, V, F.
Resposta
Letra B
I - errada
Em vermelho errado em verde certo
No paciente com AVE, o músculo peitoral maior está espástico e levará a uma postura de adução e rotação externa do ombro. O padrão de rotação e inferiorização da escápula e, ainda, tração vertical com disposição céfalo‐caudal do úmero tem influência direta na fisiologia normal do ombro
PEITORAL MAIOR
Parte clavicular: metade medial da
superfíce anterior da clavícula
Inervação: Peitoral lateral ( C5 a C7)
Ação: rotação medial, adução horizontal ,
flexão até cerca de 60 graus, abdução auxiliada acima de 90 graus, adução
abaixo de 90 graus de abdução da AC gleno umeral
Parte estocostal: superfície anterior da
cartlagem costal das seis primeiras costela e porção adjacente do esterno
Inervação: Peitoral medial (C8 a T1)
Ação: rotaçã medial. Adução horizontal,
extensão e adução da AC gleno umeral
desde uma posição flexionada até a anatômica
Inserção: Sulco intertubercular do úmero
II - Certo
Em decorrência da fisiologia dos ligamentos (coaptação e estabilização evidenciada sobre a articulação) e da cápsula articular inferiores na posição neutra, o mecanismo de trava fisiológico( Trava passiva) associado à frouxidão ligamentar e capsular torna‐se um dos fatores predisponentes para a subluxação inferior do ombro
III - Certo
Outro causador da subluxação inferior do ombro é a tração feita pelo peso do membro superior inteiro em conjunto com a flacidez muscular
Músculos
IV - Errada
O padrão de superiorização da escápula e a hiperextensão do úmero com rotação externa permitem a luxação posterior do ombro ( Anterior). A escápula rodada anteriormente internamente é elevada, com a cavidade glenoide voltada para baixo.
Entre as principais indicações e vantagens ortopédicas para o uso da fixação externa no processo de recuperação pós‐fratura estão, EXCETO:
- A.Possibilidade de imobilização estável em fraturas infectadas.
- B.Perda de substância óssea e sequelas de processos infecciosos ósseos.
- C.Possibilidade de deambulação precoce e mobilização imediata das articulações adjacentes ao foco da fratura.
- D.O fixador externo do tipo Ilizarov não permite a carga sobre o membro inferior acometido logo após a montagem, protegendo, assim, a óssea.
Respsota
O método ilizarov tem grande vantagem deste método é permitir durante todo o tratamento o apoio do membro inferior com carga, imediata movimentação das articulações proximal e distal, evitando a rigidez articular, propiciando a manutenção da função. O método desde que tecnicamente bem realizado e acompanhado por equipe multidisciplinar permite alcançar resultados satisfatórios no tratamento de patologias osteoarticulares (SANTIN, 1992)
Vantagem dos fixadores externo
- Estratégia temporária
- Estabilizam distalmente o osso
- Mantem o comprimento e alinhamento da extremidade
- Permitem a mobilização precoce
- Conservador - Compartilhador de estress
- Cirúrgico - Compartilhador de estres- permite correto alinhamento
Fratura
- Complexa - recomenda-se cirurgia
- Simples - Recomenda-se o conservador\ Paciente instável
Haste
Recomendada em ossos grandes
- Frisada: + grossa
- Não frisada: + fina
- Travada - para o osso não rodas
- Não travada
Recomendada em osso menores
- Placa - região lateral do osso
- Parafuso
- Fios
Fixadores externos
- Casos onde a lesão atinge tecidos moles
Mais resistentes
- Haste
- Fixador externo
Menos resistentes
- Placa
- Parafusos
- Fios
Por que o tratamento convencional recupera mais rápido do que o cirúrgico
- Vascularização provém da periferia - placa impede
- Placa de metal, parafuso - corpo tenta expulsar
- Medula dificulta formação óssea devido a haste
- Provoca novas fraturas - fixador externo
FATORES QUE INFLUENCIAM NA CONSOLIDAÇÃO ÓSSEA
- Infecção
- Necrose avascular
- Lesões musculares
- Lesões víscerais
- Lesões nervosas
- úlcera de decúbito
- Consolidação viciosa
- Rompimento da AC
- Lesão dos nervos
- Contraturas da AC
- Hiperdistensão
- Atrofia ou fraqueza muscular
- Aderências
- Lesão de grandes vasos
- Atrofia de sudex
Consolidação - complicações
- Hipertrófica
- Formação de calo conjuntivo ( fibrocartilagem)
- Atrófica
- Ausência de ligação entre os pontos
- Sem formação de calo
- Pseudoartose
- Falsa consolidação
- Acúmulo de fibrocartilagem , com osso móvel
- Casa: falta de estabilidade
Tratamento das fraturas
- Emergencial
- Imobilização - objetivo: evitar lesões adicionais neurovasculares e de tecidos moles, aliviar dor, facilitar transporte, diminuir incidência de embolia pulmonar
- Definitivo
- Estabilizar paciente, tando cardiovascular quanto respiratória. Reduzir fratura depois imobilização
- Tratamento: Fechado (incruento; conservador) - reduzir fratura o mais rápido possível - ou aberto ( cruento; cirúrgico). Depende:
- Personalidade da fratura
- Características do paciente
- Competência e habilidade cirúrgica
- Disponibilidade de recursos operacionais
- Haste intramedular - Utilizada principalmente em fraturas de diáfise femoral
- Placas de compressão - combinada com parafusos, quando der, colocar longe da fratura os parafusos
Cruento: Benefícios
· Maior efetividade na redução e estabilização das fraturas
· Possibilita o início precoce de reabilitação
· Restabelecimento precoce
FIXAÇÃO EXTERNA
- Mais fácil mexer na fratura com os fixadores externos
- Utilizado para estabilizar ossos longos; riscos extras
Vantagem
- Estratégia temporária
- Estabilizam distalmente o osso
- Mantem o comprimento e alinhamento da extremidade
- Permitem a mobilização precoce
Complicações do fixador
- Infecção --- +streptococos
Fixadores externos:
· Mantém o alinhamento e o comprimento do osso
· Permite mobilidade
· Estabilizam fratura a uma distância do foco, evitando maiores danos aos tecidos moles
· Possibilita a inspeção, tratamento e cicatrização das feridas
· Permitem mobilização precoce
A inervação sensorial e motora das extremidades superiores e da cintura escapular no ser humano surge dos ramos primários na porção cervical inferior e da torácica superior. Sendo assim, é correto afirmar que
- A.o nervo musculocutâneo tem origem em C7 juntamente com o nervo radial.
- B.o nervo mediano, considerado ramo terminal do plexo braquial, é formado por ramo originado em C4 e C5.
- C.entre os cinco nervos periféricos principais que inervam o braço, quatro ramificam‐se do plexo braquial acima da clavícula.
- D.estruturalmente, o plexo braquial é dividido em raízes, troncos, divisões e cordões, onde as raízes de C4 a C7 se unem para formar o tronco superior.
Resposta:
Letra C
A ) o nervo musculocutâneo tem origem em C7 ( C5-C7) juntamente com o nervo radial
b) nervo mediano, considerado ramo terminal do plexo braquial, é formado por ramo originado em C4 e C5 ( c5 a t1)
D) estruturalmente, o plexo braquial é dividido em raízes, troncos, divisões e cordões, onde as raízes de C4 a C7 ( iNICIA-SE EM C5)se unem para formar o tronco superior.
Os plexos são formados a partir da medula espinhal;
Existem na medula espinhal duas intumescências, ou seja, regiões que saem vários nervos.
- Intumescência cervical; forma o plexo braquial que inerva os músculos de membros superior
- Intumescência lombar: forma o plexo lombo sacral que ira inervar músculos de membros inferior
Plexo cervical:
- C1 + C2 + C3: Alca cervical
- C3 + C4 + C5: Nervo frênico
- C2: Nervo occipital menor
- C2 +C3: Nervo cervical transverso e nervo auricular magno
- C3 + C4: Nervo supraclavicular - ramo lateral, intermédio e medial.
Plexo braquial:
- C5 + C6 + C7: Tronco superior
- C7 : Tronco médio
- C7 + C8 + T1 : Tronco inferior
- Tronco superior + tronco medi-o: Fascículo lateral
- Tronco médio; fascículo posterior
- Tronco médio + tronco inferior: fascículo inferior
- Fascículo lateral: nervo músculo cutâneo
- Fascículo posterior; nervo radial e axial
- Fascículo medial: nervo ulnar
- Fascículo lateral + fascículo medial; nervo mediano
Importante ferramenta para monitorização respiratória em nível domiciliar, a oximetria de pulso
- A.de forma invasiva revela a situação pulmonar do paciente.
- B.sob perfusão periférica alta, a acurácia da medida pode diminuir.
- C.depende de fatores como luminosidade, presença de esmalte e cor da pele e idade para correto diagnóstico.
- D.refere‐se a uma medida não invasiva utilizada para monitorar a saturação periférica da hemoglobina em oxigênio.
Resposta
Letra D
A) Errada - de forma nao invasiva
B) Errada- Sob perfusão periférica alta a acurácia aumenta - . A melhor leitura, portanto, é alcançada quando sua mão está aquecida, relaxada, e mantida abaixo do nível do coração.
C) Errada - Idade nao influencia - Depende de fatores como luminosidade, se vocÊ fuma, esmalte, posicionamento correto e tamanho do aparelho
Sobre a modalidade de corrente tipo Burst, é INCORRETO afirmar que
- A.refere-se a uma corrente contínua e repetitiva de pulsos.
- B.trata-se de uma série de grupos de ciclos de corrente alternada.
- C.adota uma frequência estabelecida sobre um intervalo de tempo.
- D.possui breve intervalo de tempo sem movimento de partículas carregadas.
RESPOSTA
LETRA A
“AMJ, 19 anos, foi atendido em um ambulatório de fisioterapia. Refere dor no ombro e é digitador. Durante a avaliação, o fisioterapeuta utilizou um teste com a seguinte descrição: ‘é utilizado para diagnosticar tendinite e tenossinovite do tendão da cabeça longa do músculo bíceps do braço. Consiste em segurar, pronados, os punhos do paciente, sentado à sua frente, e solicitar que realize movimento de pronação forçada, contra as mãos do examinador. A presença de dor, sentida na região do sulco intertubercular do úmero sugere a presença de processo inflamatório no tendão do bíceps’.” De que teste ortopédico se trata?
- A.Jobe.
- B.Neer.
- C.Speed.
- D.Yergason
- LETRA D
Independente do estilo de vida, ocorre um declínio da capacidade funcional cardiovascular com o envelhecimento e trata‐se de alteração esperada:
- A.Aumento do VO2 máx.
- B.Diminuição do débito sistólico.
- C.Diminuição na taxa de consumo de O2.
- D.Aumento da frequência cardíaca máxima.
Resposta
Letra C
Gorzoni e Russo (2002) constatam que, para os idosos sadios, sem nenhum
problema na vida diária, as principais alterações funcionais do aparelho respiratório,
decorrentes do processo natural de envelhecimento reduzem a complacência da
parede torácica; a força dos músculos respiratórios; a capacidade vital; a pressão
arterial de oxigênio; a taxa de fluxo expiratório; a difusão pulmonar de CO2; a
sensibilidade respiratória à hipóxia; fazem crescer a complacência pulmonar;
aumentam os volumes residuais; exacerbam o gradiente artério-alveolar de oxigênio
e mantêm (manutenção) a capacidade pulmonar total.
b e c)
Algumas alterações biológicas esperadas no idoso com o envelhecimento ocorrem
no sistema cardiovascular (HOGAN, 2005; JANI RAJKUMAR, 2006). Para De vitta
(2000), no sistema cardiovascular, quando o idoso é submetido a um esforço, ocorre
uma diminuição na capacidade do coração de aumentar o número e a força dos
batimentos cardíacos. Com o envelhecimento, ocorre também redução da
frequência cardíaca em repouso (DE VITTA, 2000), aumento do colesterol (DE
VITTA, 2000; HAYFLICK 1997), como também da resistência vascular, com o
consequente aumento da tensão arterial (DE VITTA, 2000).
Na perspectiva de Stratton et al. (1994), o decréscimo do débito cardíaco
máximo, associado à idade, decorre da frequência cardíaca máxima, pois esta
diminui de 6 a 10 batimentos por minuto (bpm). O débito cardíaco submáximo ou em
repouso, no entanto, é pouco influenciado pela idade. Porém o débito cardíaco
máximo reduz-se progressivamente com o passar dos anos (SHEPHARD, 2003).
O miocárdio, com o envelhecimento, apresenta regiões com fibrose, depósito
de lipofuscina e substância amilóide. Já no endocárdio, é produzido um depósito de
lipídios e cálcio nas válvulas, com frequentes depósitos de cálcio e lipídios (MOTTA,
2004).
a) No sistema respiratório, o envelhecimento de acordo com De Vitta (2000),
acarreta diminuição da ventilações pulmonar, redução da elasticidade dos alvéolos
e subtração da capacidade vital. A redução do consumo máximo de oxigênio (VO2
max) ocorre pelo apoucamento da massa ventricular decorrente do envelhecimento
(AFFIUNE, 2002).
Ao realizar uma avaliação postural, a linha da gravidade se constitui em um traçado imaginário interligando pontos específicos observados no paciente posicionado em pé e lateralmente ao examinador e deve passar:
- A.Ao nível médio da tíbia.
- B.Anteriormente à articulação do tornozelo.
- C.Imediatamente posterior ao ouvido externo.
- D.Imediatamente anterior à articulação coxofemoral
Em um paciente com paralisia facial, é correto afirmar que
- A.a lesão é ipsilateral à fraqueza nos casos de paralisia facial central.
- B.na paralisia facial central, a lesão contralateral à fraqueza é apenas na região inferior da face.
- C.em casos de paralisia facial periférica, o indivíduo possui acometimento apenas do quadrante superior da hemiface afetada.
- D.o acometimento de toda musculatura da hemiface afetada, inclusive com as funções de salivação, gustação e lacrimação, ocorre quando o local da lesão for à emergência do forame estilomastoide.
Resposta
Letra B
A) lesão é ipsilateral à fraqueza nos casos de paralisia facial central. (Periférica)
C) em casos de paralisia facial periférica, o indivíduo possui acometimento apenas do quadrante superior da hemiface afetada (Em qualquer lugar da face)
Central
Alteração no nervo facial na via motora
central, antes das vias piramidais.
Manifesta-se pela perda dos movimentos
voluntários no terço inferior de uma
hemiface contralateral à lesão. Na
Paralisia Facial Central não há
acometimento das secreções salivares e
lacrimais, além da gustação
Periférica
Alteração no nervo facial (VII par) em
qualquer ponto do seu trajeto. Manifesta-se
pela diminuição ou interrupção, temporária
ou não, da função do nervo facial,
comprometendo os movimentos de todos
os segmentos de uma hemiface ipsilateral
à lesão. Pode ser uni ou bilatera
A paralisia facial periférica decorre da interrupção
do influxo nervoso de qualquer um dos segmentos do
nervo facial1,2. Seu acometimento resulta em paralisia
completa ou parcial da mímica facial e pode estar associada a: distúrbios da gustação, salivação e lacrimejamento,
hiperacusia e hipoestesia no canal auditivo externo2-4.
Em torno de 50% da população acometida por paralisia
facial periférica a etiologia é desconhecida. A primeira
maior incidência é a idiopática, ou de Bell, e a segunda,
é traumática, entre outras2,5. Hipertensão arterial, diabetes
mellitus, viroses, gravidez e puerpério são apontadas como
condições associadas2,3,6,7.
O grau de recuperação da função do nervo facial
depende da idade do paciente, do tipo de lesão, da etiologia, nutrição do nervo, comprometimento neuromuscular
e terapêutica instituída2,7,8. A recuperação da lesão do
nervo facial pode acorrer em algumas semanas, até quatro
anos1,3,4,7,8. O tratamento da paralisia facial periférica requer
abordagem médica, fisioterapêutica e fonoaudiológica. A
fisioterapia é indispensável com o objetivo principal de
restabelecer o trofismo, a força e a função muscular
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